sexta-feira, 30 de abril de 2010

SR.PRIMEIRO- MINISTRO, NÃO BATA MAIS NOS TRABALHADORES


O QUE FUI FAZER

O primeiro-ministro, José Sócrates, admitiu esta manhã no Parlamento que desconheceu o impacto financeiro do corte nos subsídios de desemprego. Uma das medidas que o Governo anunciou como prioritária para dar um sinal claro aos mercados financeiros de que Portugal tudo fará para reduzir o défice.

"Não temos nenhum estudo que nos permita dizer qual a consequência orçamental da redução do subsídio de desemprego", afirmou José Sócrates quando confrontado por Francisco Louçã. Perante a resposta do chefe do Governo, o deputado do Bloco de Esquerda mostrou-se surpreendido e concluiu que o Governo “decidiu atacar os desempregados por preconceito ideológico”.

José Sócrates destacou, no entanto, que a redução do subsídio de desemprego é uma medida justa. “Não acho que ninguém vai para o desemprego porque quer, acho é que há pessoas no desemprego que precisam de ter o incentivo certo para trabalhar
".

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COMENTÁRIO: Os trabalhadores depois de tantos anos de trabalho caem no desemprego,onde poderão estar muito tempo, sem conseguirem novo emprego, com grandes implicações na sua vida familiar e emocional.
Para premiar aqueles que sempre deram o seu contributo, para bem do País, o Sr.Primeiro Ministro penaliza-os mas, em contrapartida, àqueles que nunca deram o "corpo ao manifesto", mantêm-lhes o Rendimento Social de Inserção para que possam ter " o incentivo certo para não trabalhar", vivendo uma vida inteira sem se preocuparem com o dia de amanhã.


O Hino Português diz: "Contra os canhões, marchar, marchar" . Cem anos depois, terá nova versão:" CONTRA OS TRABALHADORES, CORTAR, CORTAR".

1 Comentários:

Às 26 de novembro de 2010 às 01:57 , Anonymous Pedro Carvalho disse...

heróis do mar (consta que se dobrou um cabo há uns séculos atrás)
nobre povo (putas e vinho verde, só lisboa e o resto paisagem)
nação valente (pernas abertas à estranja, de joelhos perante a ue)
imortal (por mim passava já esta merda a patacos aos espanhóis)
levantai hoje de novo (o rabinho da cama, para ir pagar impostos)
o esplendor de portugal (chamem aí um tóne qualquer para ir dar lustro à esfera armilar)
entre as brumas da memória (volta, salazar, estás perdoado)
ó pátria sente-se a voz (só falta deus, família e autoridade)
dos teus egrégios avós (os castelhanos)
que há-de guiar-te à vitória (com gps dos chineses e bateria no casco)
às armas, às armas (tenho um amigo no bairro do regado que também arranja munições)
sobre a terra, sobre o mar (sobre o ar é mais com a nasa ou com os selenitas)
às armas, às armas (a cantiga é uma arma: tomem lá umas amálias rodrigues ou uns madredeus, é a mesma merda)
pela pátria lutar (na frança, suíça, luxemburgo, ...)
contra os canhões marchar, marchar (carne p’ra canhão, ... ♫ ♪ ♫ lá vamos cantando e rindo ♫ ♪ ♫ levados levados sim ♫ ♪ ♫ …)

 

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